
Brasil, Barco 2009;
Quando um olhar cativa o outro,
É como ser um barco por dentro!
È ser para o outro quem leva,
Desliza sobre o sal que dentro chora
O remo que agora é o amor...
Quando um sorriso o outro completa,
É como ser ventre!
É ser a ternura que gera fora,
Para o outro não ir embora...
Sem necessidade...
É ser a mão que nunca esteve!
A voz que cala o medo!
Que segura a lágrima com o riso...
Porque estar ali,
É ser inteiro...
É abraçar a menina,
Quando ela já é nos nossos braços mulher...
Porque o que o íntimo deixa
Vem com a fragilidade flor...
E seu cheiro é assim
Pétalas em flor...
Um lindo sem querer,
Armadilha doce do amor...
Eu em você...
Sou chuva que não chove!
Sou alma que não sofre!
Sou alegria que sobra...
Suficiente magia que faz desaparecer momentos de dor...
Porque quando um olhar cativa o outro...
É como ser um barco por dentro...
Com um remo, remado por dois...
Claudia Venegas.
Quando um olhar cativa o outro,
É como ser um barco por dentro!
È ser para o outro quem leva,
Desliza sobre o sal que dentro chora
O remo que agora é o amor...
Quando um sorriso o outro completa,
É como ser ventre!
É ser a ternura que gera fora,
Para o outro não ir embora...
Sem necessidade...
É ser a mão que nunca esteve!
A voz que cala o medo!
Que segura a lágrima com o riso...
Porque estar ali,
É ser inteiro...
É abraçar a menina,
Quando ela já é nos nossos braços mulher...
Porque o que o íntimo deixa
Vem com a fragilidade flor...
E seu cheiro é assim
Pétalas em flor...
Um lindo sem querer,
Armadilha doce do amor...
Eu em você...
Sou chuva que não chove!
Sou alma que não sofre!
Sou alegria que sobra...
Suficiente magia que faz desaparecer momentos de dor...
Porque quando um olhar cativa o outro...
É como ser um barco por dentro...
Com um remo, remado por dois...
Claudia Venegas.







